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Campos Mórficos- mudança de hábito
Campos Mórficos (Animais e telepatia) mudança de hábito
Por Gilberto Pinheiro
Até bem pouco tempo, a Humanidade olhava os animais domésticos como simples seres, apenas, para companhia ou tomar conta de suas casas. Não entendia que ali estava um ser… vivo.
Atualmente, essa visão distorcida foi tratada com lentes de contato e hoje, sem dúvida, os animais são vistos com olhos da comiseração, bondade, do amor e afetividade, como se fossem muito mais que simples companheiros ou guardiães de nossos lares.
Hoje sabemos que os animais são seres sencientes, ou seja, que têm sensações. Inclusive, sabe-se atualmente que os animais podem comunicar-se telepaticamente com seus tutores, sabendo quando os mesmos estão chegando em casa, antevendo o acontecimento.
Estudos do cientista e biólogo inglês, Rupert Sheldrake, autor do livro Cães Sabem Quando Seus Donos Chegam, revelam essa propriedade dos animais, chamando-a de Teoria dos Campos Mórficos, ou campos de energia dos laços afetivos entre pessoas, grupos de animais, gatos, cães, peixes, etc.)
Sheldrake estudou esses fenômenos por mais de cinco anos sucessivos, ouvindo, inclusive, depoimentos de pessoas que têm animais em seus lares, na verdade, mais de duzentos exemplos, consolidando seus estudos.
UM TABU
Um tabu que precisa ser superado é o fato de pessoas considerarem apenas animais domésticos, cães, gatos, dignos de serem respeitados e amados, como se os demais pudessem ser mortos, vivendo à mercê das decisões humanas. Bodes, cabras, cavalos, todos os animais, inclusive, silvestres, são seres senscientes, por isso, não podem sofrer.
Culturas centenárias como a alimentação humana com carne animal, aos poucos serão deixadas de lado. É incompreensível, por exemplo, que pessoas matem, de forma cruel e dantesca, siris, caranguejos, colocando-os vivos em panelas com água fervente. É preciso ter um mínimo de humanidade e somatizar o sofrimento do animal. Não é possível que as pessoas que têm essa rude prática de alimentar-se desses animais não imaginem o sofrimento desses nossos irmãos. Água fervente, matando o animal aos poucos???
De que adianta certas pessoas frequentarem templos religiosos e praticarem essa perversidade?
De nada vale essas pessoas rezarem, irem à missa, aos centros espíritas e não reformarem seus hábitos.
Se os animais pudessem falar, implorariam a misericórdia, pedindo para viver. Nasceram condenados à dor pelos humanos. Por que teríamos esse direito sobre a vida dos animais? Quem nos outorgou esse arbítrio de matá-los para nossa alimentação????
E o decepcionante é que nenhuma religião conscientiza os fieis para abandonarem o hábito dessa alimentação.
O cristianismo autêntico contempla, protege e ensina-nos a amar os animais. Contudo, muitos ainda não decodificaram essa mensagem. Em vez de conscientizar os fiéis de que devemos respeitar os animais, estimulam, muitas vezes, a alimentação com a carne desses irmãos.
MODIFICAR HÁBITOS
É indispensável a mudança de hábitos, deixar os animais viverem com dignidade. Respeitar toda a fauna existente no mundo, pois quem mata um animal com esta forma cruel, com toda a certeza ainda é um ser humano inferior, de nada lhe adiantando a inteligência e as emoções que gotejam em sua alma rude e ignara.
Outro absurdo atávico, que vem de séculos, é a mentalidade medieval de aprisionar pássaros em gaiolas. Observa-se que todas as pessoas que têm esse nefasto hábito, são pessoas rudes, sem sensibilidade e que deturpam a razão de viver dos animais. Pássaros nasceram para ser livres e quem os aprisiona em gaiolas não valoriza a liberdade.